Mulheres no Processo Civil

Silhouette of hand movements feminists holding the symbol of Venus mirror. feminist concept

por admprocessual

O ano de 2016 tem sido marcado como o ano das mulheres no Processo Civil. Desde o primeiro semestre, vários projetos individuais e coletivos reforçam a participação feminina nos estudos processuais brasileiros.

O PP separou alguns exemplos dessa participação feminina no Direito Processual Civil. Confira abaixo os destaques.

Beatriz Galindo

A fanpage Beatriz Galindo tem mais de cinquenta mil seguidores no Facebook. O segredo é a forma simples e direta (e, quem diria, informal) com que Beatriz Galindo trata de temas ligados ao Direito Processual Civil e ao Novo CPC. A ideia deu tão certo que Beatriz lançou um site e cursos em vídeos.

Processualistas

“Processualistas” é  nome da coluna semanal escrita por mulheres, estudiosas do Direito Processual. Os artigos são publicados on line e semanalmente. A coluna é coordenada por Beatriz Galindo, Carolina Uzeda e Marcela Kohlbach. O objetivo das “Processualistas” é fomentar debates na área de processo, a partir de reflexões propostas pelas mulheres do grupo. Confira os artigos da coluna Processualistas.

Inteiro Teor

O site Inteiro Teor é coordenado pelas professoras Renata Cortez, Rosalina Freitas e Sabrina Dourado. A página quer difundir questões relacionadas à área jurídica, especialmente sobre precedentes judiciais. São publicados artigos, notícias e informações a respeito de temas ligados ao Direito Processual e disciplinas afins. Há vários textos e vídeos sobre o Novo CPC. Conheça o Inteiro Teor.

Mulheres no Processo Civil

No dia 25 de novembro de 2016, acontecerá o evento “I Congresso Mulheres no Processo Civil Brasileiro” em Salvador-BA. O Instituto Brasileiro de Direito Processual (IBDP) e a Associação Norte Nordeste de Professores de Processo (ANNEP) apoiam o evento. A iniciativa tem por objetivo gerar mais oportunidades para as mulheres estudiosas do Processo, sejam as já tituladas e com produção acadêmica, sejam as alunas ainda em formação. Há, inclusive, premiação para artigos de acadêmica de direito de qualquer das Universidades do país oficialmente reconhecidas, a partir do 7.º semestre, ou de bacharel em direito com até 5 (cinco) anos de formada, vedada a participação de mestras, doutorandas e doutoras, bem como de autora ou coautora de livro publicado. Confira o edital.

Foto: Fotolia

Publicado em 27/07/2016

 

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